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quinta-feira, 23 de julho de 2015

Esmeralda volta ao RJ causando, de novo

Dias 20 e 21 de junho, realizei, em parceria com a bailarina Mahira Safie, o evento "Esmeralda volta ao Rio" e, por incrível que pareça, na atual conjuntura brasileira, o evento foi muito mais que um sucesso. Ainda não consegui entender perfeitamente o por quê desse sucesso, mas arrisco que um dos motivos é a bailarina Esmeralda por si só, que era imperdível.

Em 2013, quando eu a trouxe como convidada do Zahra Sharq, já tinha ficado satisfeita com a repercussão. Dois anos depois, ela consegue "causar" muito, mas muito mais. Sem dúvida, seu vlog "Fala Esme" contribui em muito para a criação desse público fiel e tão apaixonado por ela. Mas, gente, quem já viu a Esmeralda ao vivo não consegue não se apaixonar!!! Aliás, você viu o "Fala Esme" que ela fez sobre sua volta pra cá? Imperdível, está super divertido!


Preciso agradecer à Mahira Safie pela parceria desde o início e por confiar em mim o tempo todo, já que era seu primeiro evento trazendo alguém de fora; ao incrível público sorridente, animado, nervoso e cheio de expectativas... sem vocês, aquele salão não teria graça; às 42 (veja bem, 42!) meninas que se inscreveram no workshop: obrigada pela confiança, pelo sorriso domingo de manhã, pela animação e pela força de vontade; às corajosas que quiseram ser avaliadas pela Esmeralda; ao querido staff que ajudou a preparar o show: Ana Beatriz na bilheteria, Octavio e Rodrigo preparando o salão todo, Hannan ajudando no som e Ayla Mansur, com o camarins; ao Leonardo Martins, pela fotografia; à mãe da Mahira, pelos deliciosos bolos oferecidos no workshop; às queridas e dedicadas bailarinas que se apresentaram no show: Aisha Hadarah, Alessandra Ryoko, Nilza Leão, Gabriela Al Amira, Mayara Rajal, Elaine Rollemberg, Natalia Trigo, Ayla Mansur e aos participantes do El Ghazy Dance Troupe, Grupo Hátor e Alunas do Studio de Dança Mahira Safie; à minha querida amiga Esmeralda Colabone pela confiança novamente, pela companhia, pela paciência, por me ouvir tanto e, claro, pelo excelente trabalho realizado aqui.

Aqui, minha entrada, que abriu o show:


Aqui, a segunda performance da Esmeralda, que fechou o show:



Gostaria de ressaltar, novamente, o enorme número de inscrições e o show lotado. Satisfação, apenas, NÃO DEFINE. Também gostaria de registrar que fiquei muito feliz com o retorno, tanto do público quanto das meninas que participaram do workshop. Recebemos muitos elogios e agradecimentos por termos trazido a Esmeralda pro Rio, pelo show, pela qualidade do workshop... Que alívio, né?! Parece que valeu a pena todo o trabalho!

OBRIGADA, OBRIGADA, OBRIGADA, mais uma vez!

Bauce kabir,
Hanna Aisha

domingo, 5 de julho de 2015

Livros sobre dança - parte 5

Finalmente, li um dos livros da bailarina Patricia Bencardini, os quais eu ouço falar, há bastante tempo, de serem uma boa referência no nosso meio. Dessa vez, li e recomendo "Dança do Ventre - Ciência e Arte". É um livro bastante abrangente, que vai tratar, de forma superficial (com sentido), diversos aspectos que envolvem a Dança do Ventre, desde História da cultura árabe até didática em sala de aula, passando por filosofia oriental, modalidades da dança, anatomia e fisiologia.

Eu, particularmente, não curto muito a ideia da Dança do Ventre estar ligada a rituais, Deusa-mãe e arquétipos e ela fala bastante disso no início do livro. Passo a gostar mais do livro quando chega a parte de anatomia e fisiologia, pois ela dá boas orientações quanto à postura e alongamento. Além disso, ela orienta quanto à parte emocional das praticantes e o quanto isso está ligada ao aprimoramento técnico, coisa que concordo totalmente.

O outro livro, que recomendo muitíssimo, é o do Klauss Vianna, "A Dança". Fui apresentada a ele com o podcast do Sala de Dança e me simpatizei imediatamente.

A primeira parte é sua autobiografia e a segunda parte, ele fala de forma bem livre, quase espontânea, sobre seu método. Klauss foi o pioneiro no estudo do movimento e na conceituação de um trabalho corporal que exprime o universo interior dos praticantes.

Ele defende que a técnica sozinha é apenas, reprodução de formas e que o que dá autenticidade a um movimento é o poder que alguém tem de expressar uma emoção por conseguir vivê-lo intensamente. Logo, ele defende que a busca pelo autoconhecimento é fundamental para tentar dançar de forma plena.

O livro é pequeno, mas lotado de conteúdo e reflexão. A questão mais importante não é o método dele em si, mas como ele criou o próprio método de dançar e dar aulas a partir da sua crítica com relação à maneira como a dança era trabalhada na época.

Enfim, curti muito esses dois livros e são candidatos para serem relidos, eventualmente. Super recomendo!

Bauce kabir,
Hanna Aisha
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