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segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Alexandria

Olá!

Dessa vez, iremos novamente ao Egito. Conheceremos um pouquinho sobre a ex-capital do Egito e sua segunda maior cidade em população e onde está seu maior porto: Alexandria.

Alexandria foi uma das cidades mais importantes do mundo e recebeu esse nome porque foi fundada pelo general grego Alexandre, o Grande. Por estar entre o mar Mediterrâneo e o mar Vermelho, a cidade foi um ponto de encontro importantíssimo entre a Europa, a África e a Ásia.

É lá que se encontra uma das sete maravilhas do mundo antigo, o Farol de Alexandria; a maior biblioteca do mundo antigo, a Biblioteca de Alexandria; e uma das sete maravilhas do mundo medieval, as catacumbas de Kom el Shoqafa.

Após a morte de Alexandre, iniciou-se a dinastia do Ptolomeus, a qual Cleópatra (69-30 AC) foi a última da linhagem a governar o Egito.

Após alguns séculos de altos e baixos, Alexandria ressurgiu como grande metrópole à época das Cruzadas por conta do comércio com os aragoneses, genoveses e venezianos, tornando-se o centro da distribuição de especiarias nos séculos XIV e XV. Maomé Ali reconstruiu a cidade no século XIX, após seu declínio comercial no século 16. No século XIX, o exército britânico instaura o protetorado britânico sobre o Egito, que só acabará no meio do século 20.

Hoje, Alexandria é um importante centro industrial por causa do gás natural da cidade e dos poços de petróleo e é a principal estação de veraneio e atração turística, devido às suas praias públicas e privadas, além dos museus e sítios arqueológicos.

Uma das principais atrações turísticas que começa todos os anos na cidade é o "Cross Egypt Challenge", iniciado em 2011. É um rally cross-country internacional de motocicletas e scooters realizado nas trilhas e estradas mais difíceis do Egito.

Se você já faz parte do mundo do Folclore Árabe, com certeza, já ouviu falar sobre essa cidade e sobre as danças portuárias Mambouty e Meleah Laff. Nesse vídeo, eu e Eliza Fari representamos uma situação do porto de Alexandria, em que o marinheiro recém-chegado e bem feliz por retornar à sua terra natal, avista uma bela egípcia, onde juntos, passam a flertar um com o outro:


E aqui, um docummentário super bom sobre a fundação de Alexandria:


Fontes: Wikipedia

Bauce kabira,
Hanna Aisha

segunda-feira, 25 de junho de 2018

Banca em concursos

Oie!

Muita gente acha que é status ser banca de algum concurso. Apesar de, na grande maioria das vezes, as(os) bailarinas(os) não ganharem dinheiro por isso, ainda sim, ser convidada(o) para dar algum parecer para os participantes soa glamouroso. Todos nós sabemos que ser jurado de determinados eventos não quer dizer nada, mas podemos dizer que sim, ok, dá algum status pois, afinal, o produtor está confiando em você para determinar quem "é melhor" de um momento, comumente, muito importante para os concorrentes.

Não vim falar sobre concursos em si pois já falei sobre isso no blog (Vai lá dar uma olhada aqui e aqui!). Vim falar sobre o que é estar de frente para o palco.

Jurado pode errar sim, mas pense que é difícil julgar em 3 ou 4 minutos vários quesitos ao mesmo tempo; dar nota baixa pra alguém que você goste ou nota alta para alguém que você não goste tanto do trabalho, mas que naquele momento estava muito bem!

Me preocupo sempre com a repercussão negativa que meus comentários podem gerar. Porque sim, DÁ para ser injusto de várias maneiras: escolha dos quesitos, notas quebradas, soma das notas, pouco tempo de conversa entre os jurados por conta de erros despercebidos...

Mas uma coisa eu não abro mão: se você foi para concorrer e ser avaliado, você deve estar preparado para ouvir críticas, que quase 100% das vezes são construtivas. E, gente, figurino, faz diferença sim. Afinal, por que você se inscreveu para participar de um concurso? Qual seu objetivo na Dança do Ventre? Apresentar boas performances, dançar para você ou despertar a Deusa Interior? Se for esta última, ótimo, mas só não perca a cabeça em um concurso porque as coisas são e devem ser diferentes.

Continuo apoiando e incentivando todos a participarem de concurso. Eu, particularmente, enjoei um pouco de participar. De qualquer maneira, é visível o quanto as pessoas estão estudando para melhorarem tecnicamente e no embasamento da dança, principalmente, no quesito Folclore Árabe.

Agora, sabemos que, infelizmente, nem todos sabem ser jurados e nem possuem competência para isso. Ser boa bailarina não lhe torna boa jurada. Fora as coisas sem sentido que podem aparecer na sua avaliação. Os jurados ainda são heterogêneos em conhecimento, alguns têm medo de ficar mal com a professora das concorrentes... ou não sabem avaliar mesmo.

Uma boa dica, é evitar sair muito do clichê, caso você tenha interesse em ganhar algum concurso. Não tem jeito, é o jeito mais fácil (não quer dizer que será o melhor), justamente por conta do que eu disse acima. O que não significa que você não pode ousar e fazer bonito, mesmo em concurso! 

Esse post não é direcionado a ninguém, nunca recebi reclamação sobre minhas avaliações, nada disso, pelo contrário. Costumo receber positivos retornos sobre avaliações minhas, que me ajudam a entender se estou sendo coerente ou não.

Permita-se ser avaliado em um concurso e sentir essa emoção! E, mais do que ser avaliado em um concurso, permita-se ser avaliado por alguém eventualmente e, com isso, ir recebendo orientações, à medida que você vai evoluindo!

Aqui é o vídeo do penúltimo concurso que participei como solista, em 2013 (não ganhei nada mas adorei o resultado final mesmo assim):



Para quem ainda não sabe, faço avaliações online:
http://hannaaisha.blogspot.com/2017/05/aulas-distancia-vale-pena-fazer.html

Bauce kabira,
Hanna Aisha

segunda-feira, 21 de maio de 2018

Desconstruindo leituras (21)

Como pegar uma música com uma leitura super clássica e conseguir deixá-la tão linda? Kahina consegue! Pura inspiração!


Bauce kabira,
Hanna Aisha
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