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domingo, 20 de fevereiro de 2011

Aulas 2011

Oi!

2011 começa definitivamente depois do carnaval, mas venho aqui propagandear: começo a dar aulas no Espaço Chandra e Surya a partir do dia 15 de março. Será nível Intermediário, terças de 19 às 20:30h. O telefone de lá é 21 2567-7374 e é administrada pela bailarina Mercedes Chavarria. O Espaço fica na Rua General Roca na Tijuca.

Continuo na Escola Kelimaski com os horários:
INICIANTES: Segundas de 20 às 21:30h
INTERMEDIÁRIO: Segundas de 18:30 ás 20h
www.kelimaski.com.br

Bom carnaval adiantado!
Bauce kabir,
Hanna Aisha

sábado, 19 de fevereiro de 2011

[Off-topic] Os 7 maiores marcos da minha vida

Ok, a brincadeira está sendo propagada e eu fui convidada pela Amar el Binnaz para fazer isso... Beleza. Pensei então em um post feliz, já que estou em uma fase de otimismo emergente após uma graaaaande fase de chateação e desânimo.

1 - Aos 15 anos, quando passei para a Escola Técnica Federal de Química, antiga ETFQ-RJ, ex-CEFETEQ e atual IFRJ. Passei para o 2º grau em Biotecnologia, primeiro passo para ser uma cientista... foi um grande marco na minha vida e graças à ela, sou muita coisa do que sou hoje, além de manter grandes amizades...
2 - Aos 21 anos, quando passei para a Universidade Federal do Rio de Janeiro para fazer Biologia. Acabei fazendo Licenciatura e por conta disso, hoje sou apaixonada por Divulgação Científica, coisa que eu passeio de vez em quando...

3 - Quando eu ganhei o 3º lugar na categoria amadora em 2006 no Mercado Persa - SP. Foi como se eu tivesse tirado o 1º lugar!!!


4 - No final de 2007, consegui meu DRT de bailarina/artista, o qual está registrado na minha carteira de trabalho. Esse seria o passo inicial para que eu começar a trabalhar com DV. Parece que aqui no RJ, a prova do Sindicato nessa modalidade é uma das mais difíceis (quem coordena é a dona da Escola a qual dou aula, Samra Sanches). Tem prova téorica, que é tranquila e a prática, de improviso de clássica. Quando eu fiz, poderia cair qualquer música... hoje, ela disponibiliza as músicas que podem cair.

5 - Em 2009, quando realizei meu primeiro Zahra Sharq, trazendo a Maira Magno pro RJ. Esse ano ele caminha para a terceira edição (em breve estarei falando tudo por aqui), com uma aceitação de 100% do público e cada vez mais esperado por mim mesma!!!

6 - Quando defendi, em março de 2010, minha Dissertação de Mestrado na UFRJ. Hoje estou no doutorado, lá mesmo.

7 - Quando meu respectivo, no dia da minha defesa, me entregou as chaves da casa dele para eu ir morar junto... hoje estou juntada!

Convido Camilla D'Amato, Celia Daniele, Dunia e Gabi Vidal para participarem.



Repassando o selo:
''Recebe o Selo, posta sete coisas sobre você (temático ou não), e presenteiem os amigos. Mas toda tradição pede inovação e personalidade. Assim deixo à vontade para que vocês possam pegar os dois selos, postar e distribuir da maneira que quiserem.''

Bauce kabir,
Hanna Aisha

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Já que estamos falando tanto de Cisne Negro...

Eu vi o filme bem antes, graças ao meu amigo Torrentz, e gostei bastante! Quem não viu, é um drama bem legal, diferente e o balé tá ali como cenário apenas.

Coincidência ou não, me indicaram o vídeo abaixo e achei muito, muito bom. Bailocas de ventre, ISSO que é verdadeira fusão para mim. Enjoy!







Bauce kabir,
Hanna Aisha

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Workshop de coreografia: pra quê serve?

Eu detesto workshop de coreografia, com todo respeito à profissionais (geralmente internacionais) que o ministram. Eu tava tentando ver novamente (porque eu nunca consegui terminar) um DVD da Raqia de um workshop nos EUA em 1996 de 3 coreografias e logo na primeira você vê o nervosismo das meninas em tentar acompanhar; pra quê isso? (Queria poder copiar e colocar aqui; inclusive, a Jillina tá do lado dela fazendo o work)

Eu sei que existem muitas profissionais aqui mesmo que ensinam sequências coreográficas em seus workshops; eu já fiz um ou outro, mas sei lá, eu não consigo gravá-lo na minha cabeça e na verdade, nem sei para eu gravaria já que a sequência não seria minha e seria bem feio copiá-la.

Ou seriam apenas sugestões de sequências para enriquecer as performances? Tá, pode ser... mas acho que isso nunca fica claro. Chega-se lá e se joga a sequência e fica aquela mulherada tentando acompanhar. Nessa hora, eu costumo sentar e ficar vendo, anotando os movimentos que me agradam ou que eu não conheça em separado...

Acho que quem paga (não importa o preço) por uma oficina, workshop, aula particular ou regular espera realmente conteúdo, não uma série de movimentos emendados para serem copiados. Me soa enganação.

Ah sim, eu já fiz um ou outro sabendo que era de coreografia e mesmo as profissionais sendo ótimas, eu não consigo achar graça no meu dinheiro indo embora pra isso.

Bauce kabir,
Hanna Aisha

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Ayoub no solo de percussão

Comumente vemos dentro de um solo de percussão o ritmo soudi do khaliji ou o said sendo tocado e a bailarina representando muito bem os movimentos. Mas quando cai um ayoub no meio, sem estar na forma de entrada e saída como no laff?

Eu já escrevi um post sobre a Dança Zaar aqui mesmo. Porém, dentro do solo de percussão, você não precisa representar essa dança com tanta, digamos, empolgação. Assim como você não precisa ficar dançando khaliji o tempo todo quando o soudi aparecer na percussão, o que você precisa fazer é marcar, ou seja, fazer passos característicos, que lembrem a dança em questão.


E como faço isso? Estudando os videos de Dança Zaar para retirar os movimentos em comum. O ayoub é um ritmo de 2 tempos (DUM TAK DUM), que parece com o soudi (TAK DUM DUM) e o laff (TAK TAK DUM). Jogadas e rodadas de cabeça e cabelo, marcação dos DUMs com o peito e braços, giros. Vejamos a bailarina Sarat:


Ela dançou o solo com mais empolgação, mas eu acho que não precisa de tanto. Você pode fazer uma boa representação do Zaar de forma mais delicada. Aqui, a bailarina argentina Ambar faz uma apresentação deliciosa:


Acho que percussão com ayoub no final tornam as performances mais interessantes pois é um elemento "surpresa" e hipnótico quando bem executado.

Yallah ya shabab!
Bauce kabir,
Hanna Aisha
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