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sexta-feira, 12 de julho de 2013

III Leila fi Hátor

Olá, queridos leitores!

Com muito prazer e alegria, venho aqui divulgar o convite feito pela minha amiga Elaine Rollemberg para ministrar um workshop de Fallahi no III Leila fi Hátor, que será no próximo dia 10 de agosto. Participei das edições anteriores e posso dizer que é um evento gostoso e bem família. O objetivo do meu curso é identificar o que é uma dança fallahi e sair apto para iniciar os estudos e construir futura performance:

- Quem são os fallahi
- Identificação do ritmo e música Fallahi
- Figurino
- Passos característicos da dança
- Pequena sequência para inserir os movimentos sugeridos

Para quem não sabe, comecei a estudar fallahi quando me preparei para o concurso amador do Mercado Persa em 2006 e acabei ficando em 3o. lugar. Depois disso, fiquei conhecida como a "menina que dança tão lindo com o jarro" e como acabei me identificando, passei a estudá-lo mais profundamente e sendo convidada para dançar com mais frequência (tenho alguns vídeos no youtube):


Como humildade está na moda e "ninguém" sabe nada de folclore, também vou me colocar nesse saco. Mas, é possível sim, caso você tenha estudado com e em fontes confiáveis, desenvolver belas performances de folclore, principalmente se sua proposta é apenas cênica e divulgadora da cultura árabe, como é a minha.

Além de mim, Eliza Fari e Samara Nyla estarão ministrando workshops e todas nós estaremos no show de gala que vai acontecer no mesmo dia, à noite, com outras convidadas especiais. Procure mais informações com Elaine Rollemberg (elainerollemberg@hotmail.com), as vagas para os cursos estão acabando!

Bauce kabira,
Hanna Aisha

sábado, 6 de julho de 2013

Exposição na internet - o outro lado

Olá, batalhadoras por um lugar ao aol!

De vez em quando, nos esbarramos por aí com algum vídeo mal feito e fotos mal tiradas. E performances duvidosas, tudo pela divulgação! Isso já foi discutido aqui neste blog e em vários outros.

Mas também sabemos que a internet é maravilhosa e que ela pode sim te dar retorno positivo. Trabalhos bem feitos devem ser colocados na internet para conhecimento de todos. Videobooks são uma ideia interessante; eu tenho um, que inclusive hoje, faria de forma diferente, mas a proposta é bem mais simples que os de baixo:



Movimento "Sabemos que você está bem, mas volta se puder, Lu!":


Outra coisa boa de usarmos a internet para a divulgação do nosso trabalho (meu blog é um exemplo) é termos a oportunidade de trocar impressões, conhecer outras pessoas e outros trabalhos, além de receber feedbacks positivos ou negativos que podem, ser quisermos, fazer a gente melhorar. Nesse caso, percebo que o que falta na maioria de nós (e que tem deixado muita gente de saco cheio) é sempre revermos a qualidade do nosso trabalho e de selecionarmos o que vamos expor para o público.

Talvez o que eu vá dizer agora não seja o que a galera gostaria de ouvir, mas é minha opinião: nem todas serão reconhecidas como a Lulu, a Soraia ou a Kahina, não importa sua determinação e/ou qualidade artística. Ter sucesso (no conceito mais popular!) não depende apenas de talento e qualidade, mas sim de sorte, oportunidade, timing, amadurecimento e network. Tanto é verdade que tenho certeza que vocês questionam "Por que essa bailarina faz sucesso e aquela não? A outra é tão melhor!" ou "Por que eu não consigo alcançar meus objetivos como bailarina, o que falta se eu estudo e treino tanto?"

Outro dia, coloquei no Facebook para que as meninas tivessem cuidado com a escolha dos fotógrafos que fariam seus books. Corre-se o enorme risco de ter um resultado ruim, que talvez prejudique a si mesma por conta do trabalho amador. Não basta uma câmera na mão e boas intenções para se fazer um book. É preciso maquiagem boa, iluminação bem feita (aliás, faz toda diferença!), saber usar o Photoshop, fora fazer as fotos em si. 


Meu primeiro book foi feito em 2008 com Rodrigo Braga (SP). O Rafa Guapiano foi meu maquiador, cabelereiro e stylist no dia! Só a modelo que não era profissional! ahahah


Esse é o trabalho é de 2011 e realizado pelo Marcelo Anjo (RJ). Apesar de eu ter sido sua primeira bailarina do Ventre fotografada, sua experiência contou muito e ajudou a fazer esse book, que tá lotado de fotos lindas!

Obviamente, isso custa dinheiro, mas se você quer realmente fazer sua divulgação bem feita, vale a pena juntar um dinheiro e escolher um bom fotógrafo profissional. Temos vários no mercado da dança!

Bauce kabira,
Hanna Aisha

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Para dar uma estudada... literalmente (4)

Queridas estudiosas,

Tá vidrada em estudar ou entender tarab? Orit Maftsir dá um show de expressão e emoção nessa performance de Oum Khoulsoum, mesmo sendo israelense... ou o direito de dançar tarab só pertence às egípcias, como muita gente divulga?


Bauce kabira,
Hanna Aisha